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Lousã exige medidas urgentes de estabilização de solos após incêndio de agosto

A Câmara Municipal da Lousã reivindicou a implementação imediata de medidas de estabilização de emergência nas áreas afetadas pelo incêndio que teve início no concelho a 14 de agosto.

Num comunicado, a autarquia sublinha que “as medidas propostas são competência do Governo, através do ICNF, e revelam-se absolutamente urgentes”, atendendo às características do território atingido e à gravidade dos danos.

A zona afetada pelo fogo insere-se maioritariamente na Rede Natura 2000 e apresenta condições de elevada fragilidade, com “declives acentuados e (…) uma elevada densidade de linhas de água permanentes e temporárias, bem como extensos maciços rochosos, sendo, também, uma área fortemente arborizada”, refere o documento.

Face a este cenário, a autarquia considera “essencial e urgentíssimo implementar ações imediatas de estabilização de emergência”, de modo a proteger as bacias hidrográficas e o solo, controlar a erosão e promover o restauro dos ecossistemas e da paisagem.

Entre as soluções destacadas está a aplicação de técnicas de engenharia natural, com ênfase na hidrossementeira, que “contribui não só para a proteção do solo, mas também para o restauro da paisagem e da biodiversidade, promovendo uma recuperação mais rápida e resiliente dos ecossistemas afetados”.

A Câmara alerta ainda que, para além da mitigação dos impactos ambientais imediatos, estas intervenções têm um papel crucial na “resiliência dos territórios e na proteção dos recursos naturais a longo prazo”.

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