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ZERO defende aposta em veículos elétricos para combater poluição urbana

A associação ambientalista ZERO defende a substituição das frotas mais antigas por veículos elétricos como forma de reduzir a poluição do ar nas cidades, sobretudo no caso de viaturas de uso intensivo. A posição foi divulgada num comunicado assinalando o Dia Internacional do Ar Limpo, celebrado no domingo.

Segundo a organização, esta mudança não só contribui para melhorar a qualidade do ar, como também diminui a dependência de combustíveis fósseis. Além disso, considera que esta estratégia ajuda a responder de forma mais eficaz ao aumento dos preços dos combustíveis, num contexto internacional marcado por tensões geopolíticas.

Apesar disso, a ZERO alerta que, em Portugal, se tem verificado um aumento do tráfego nas zonas urbanas, nomeadamente na Área Metropolitana de Lisboa. A associação critica ainda o atraso do país, face aos restantes Estados-membros da União Europeia, na eletrificação dos setores da logística e do transporte coletivo de passageiros.

A organização recorda que a poluição do ar é uma das principais causas de morte prematura a nível mundial, ultrapassando mesmo o tabaco. Está associada a problemas de saúde como acidentes vasculares cerebrais, doenças respiratórias e cancro do pulmão, afetando de forma particular as crianças.

Em Portugal, estima-se que a poluição atmosférica esteja ligada à morte prematura de cerca de 4.200 pessoas por ano, o que corresponde a aproximadamente 12 mortes por dia. A ZERO sublinha que muitas destas situações poderiam ser evitadas se fossem cumpridas as recomendações da Organização Mundial da Saúde.

O transporte rodoviário é apontado como uma das principais fontes de poluição nas cidades, devido à emissão de dióxido de azoto, partículas finas e ozono. Por isso, a associação considera fundamental intervir neste setor para melhorar a qualidade do ar.

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