No dia 23 de janeiro, às 18h, a Oficina Municipal do Teatro (OMT) recebe o primeiro encontro no âmbito de Real Social: conversas entre o movimento neorrealista e o tempo presente.
Para esta conversa, António Pedro Pita convidou Gonçalo Abreu Santos e Lia Cachim, que, como avança o professor catedrático, “pela idade, pelas preocupações e pela seriedade do trabalho já realizado”, vão procurar contribuir para renovar respostas e perguntas sobre o potencial do sonho, num contexto mais abrangente do que a sua aceção mais imediata. A entrada é livre.
Gonçalo Abreu Santos é médico psiquiatra, assistente convidado na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (UC) e Mestre em filosofia pela Faculdade de Letras da UC (FLUC). Atualmente, está a doutorar-se em filosofia, com um projeto de investigação na área da fenomenologia aplicada à depressão e às perturbações de ansiedade, sendo também investigador-colaborador no Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da FLUC.
Lia Cachim é poeta, editora, produtora e curadora. Licenciada em Filosofia e Mestre em Escrita Criativa pela FLUC, é nesta cidade que mais tem trabalhado: fundou, em 2018, o festival Apura; em 2020, a revista artística multidisciplinar AZAR; em 2022, o projeto editorial experimental SUBSOLO. Tem dois livros de poesia publicados, “Pintar o 7” (2022) e “Je t’aurais suivi en enfer” (2024), e atualmente integra a equipa da Casa das Artes Bissaya Barreto.
António Pedro Pita é professor catedrático aposentado da FLUC/Departamento de Filosofia, Comunicação e Informação e investigador do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX/UC, do qual foi Coordenador Científico. Entre 2014 e 2017, foi Diretor Científico do Museu do Neo-Realismo. Além disso, foi também Delegado Regional da Cultura do Centro (2005-2007), Diretor Regional de Cultura do Centro (2007-2011) e Presidente da Direção da Associação de Professores de Filosofia (1988-1992; 1998-2000). Ao longo da sua carreira, tem trabalhado nas áreas da filosofia (estética e filosofia política) e da cultura contemporânea.
O segundo encontro vai decorrer já na próxima semana, dia 30, também às 18h, e conta com a presença de Ana Biscaia, Joana Ferrajão e Maria Moura Baptista. O propósito geral destas conversas, explica António Pedro Pita, é pensar “condições atuais do elemento mais forte que transitou da obra de Alves Redol para o espetáculo do Teatrão: a força do sonho, como rutura capaz de criar, no presente, alteridades mobilizadoras. Perguntar “quais são hoje os sonhos possíveis?”, “como podemos sonhar em conjunto?” ou “para que futuro nos projetam os sonhos?” é superar, sem negar, o sentido imediato do “sonho” e imaginar novas figuras de emancipação solidária.”
Real Social surge no âmbito da programação paralela à nova criação do Teatrão – Constantino, Guardador de Sonhos. O espetáculo vai voltar a estar em cena para público geral nos dias 24 e 25 de janeiro, às 19h e 17h, respetivamente. Na sexta-feira, vai estar disponível serviço de audiodescrição, sendo que a entrada para reconhecimento será feita às 18h30.
Os bilhetes têm um custo geral de 10€. Estão disponíveis para compra na OMT, postos Ticketline ou através de tinyurl.com/ConstantinoOMT
Estamos desde já disponíveis para agilizar a marcação de entrevistas com António Pedro Pita e com os convidados.
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