Começou hoje a edição de 2026 do Rally de Portugal com o Shakedown em Baltar, Paredes.
O piloto açoreano, atual lider do Campeonato Português de Ralis, Ruben Rodrigues, aos comandos do Toyota Yaris GR Rally2 foi o mais rápido entre os portugueses.
Armindo Araújo, com o Skoda Fabia Rally2 fez o segundo melhor tempo e a terminar o top3 Pedro Almeida, também num Toyota Yaris GR Rally2.
Pedro Meireles fez o quarto melhor tempo.
A dupla da Team Hyundai Portugal, Hugo Lopes e Gonçalo Henriques ficaram em quinto e sexto respetivamente.
Ricardo Teodósio a fazer a segunda prova com o Citroen C3 foi sétimo e José Pedro Fontes também a fazer a segunda prova com o Lancia Ypsilon foi oitavo.
Amanhã, 7 de maio, Coimbra a ter protagonismo na partida oficial da prova, marcando o início da competição em pisos de terra. O primeiro dia liga Águeda a Sever do Vouga, passando por Albergaria-a-Velha e terminando na Figueira da Foz, num percurso exigente e pensado para o espetáculo.
Na sexta-feira, a prova concentra-se na região Centro, com o regresso a classificativas emblemáticas como Mortágua, Arganil, Lousã e Góis. Já no sábado, o rali ruma a Norte, com troços em Felgueiras, Cabeceiras de Basto, Amarante e Paredes, culminando com a superespecial de Lousada, que reforça a proximidade entre pilotos e público.
As decisões finais ficam reservadas para o “Superdomingo”, com Vieira do Minho e Fafe, onde o icónico salto poderá ser determinante para a classificação final. O percurso volta assim a combinar tradição, exigência técnica e forte envolvimento dos fãs ao longo de várias regiões do país.
O presidente do Automóvel Club de Portugal, Carlos Barbosa, destacou o impacto da prova para além da vertente desportiva, sublinhando o retorno económico significativo e o prestígio internacional do rali. Também responsáveis do Turismo do Porto e Norte e da Região Centro evidenciaram a cooperação entre territórios e o contributo do evento para a promoção e dinamização de zonas de menor densidade.
Além da competição, o Rally de Portugal mantém-se como referência em sustentabilidade, sendo reconhecido internacionalmente pelas boas práticas ambientais. A organização continua a apostar na redução da pegada carbónica, gestão responsável de resíduos e preservação dos ecossistemas, reforçando o posicionamento da prova como um dos grandes eventos desportivos do calendário mundial.