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MAI esclarece evolução do SIRESP e garante reforço imediato da rede

O Ministério da Administração Interna (MAI) veio esclarecer informações recentemente divulgadas sobre a evolução tecnológica do Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP), garantindo que está em curso um investimento imediato para reforçar a sua fiabilidade e capacidade operacional.

Em comunicado, o MAI sublinha que o valor de cerca de 800 milhões de euros, que tem sido referido publicamente, “não corresponde a um investimento aprovado ou em execução”, tratando-se apenas de um cenário estudado no âmbito dos trabalhos de avaliação do sistema.

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Segundo a mesma nota enviada à Beira Digital TV, “este montante resulta de um dos cenários analisados pela Equipa de Trabalho — o modelo de criação de uma infraestrutura própria, totalmente dedicada do Estado para comunicações críticas — solução que não foi adotada devido ao elevado custo e maior prazo de implementação”.

O modelo escolhido pelo Governo passa por uma solução híbrida, que combina o controlo estatal dos elementos críticos com o aproveitamento das infraestruturas já existentes, permitindo uma resposta mais rápida e equilibrada em termos de investimento.

Atualmente, está em execução um investimento de cerca de 36 milhões de euros, com um prazo de 18 meses, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Este montante destina-se sobretudo ao reforço da resiliência da rede, nomeadamente ao nível da energia, transmissão e capacidade de resposta no terreno.

O MAI esclarece ainda que a evolução do SIRESP será feita de forma gradual ao longo da próxima década, sem comprometer o funcionamento do sistema atual. “A transição será faseada, garantindo sempre a continuidade operacional”, refere o comunicado.

No imediato, estão já em curso várias medidas, algumas das quais deverão estar operacionais ainda antes do verão. Entre elas, destacam-se a renovação das salas técnicas das estações base, o aumento da autonomia energética para mais de 24 horas e a entrada em funcionamento de quatro estações base móveis a partir de julho.

Adicionalmente, está prevista a distribuição de rádios TETRA às autarquias, permitindo assegurar comunicações mesmo em situações de falha das redes comerciais e reforçando a articulação entre proteção civil, forças de segurança e autoridades locais.

Com estas medidas, o Governo pretende responder às vulnerabilidades identificadas e garantir maior robustez e fiabilidade ao sistema SIRESP, considerado essencial para a gestão de emergências em Portugal.

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