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Projeto “Pão da Terra” emociona públicos em Coimbra e na Lousã

A TEAMUS – Associação de Artes Performativas apresentou, nos dias 12, 13 e 14 de dezembro, o concerto encenado “Pão da Terra”, um projeto artístico inédito que cruza música, canto, teatro, dança, artes visuais, literatura e novas tecnologias, e que emocionou os públicos de Coimbra e da Lousã.

A estreia teve lugar a 12 de dezembro, no Seminário Maior de Coimbra, seguindo-se duas apresentações no Teatro Municipal da Lousã, nos dias 13 e 14 de dezembro. As apresentações confirmaram a capacidade da TEAMUS para desenvolver e apresentar projetos artísticos exigentes em diferentes contextos, do meio urbano à vila beirã onde a associação está sediada.

O projeto “Pão da Terra” resulta da criação conjunta de quatro artistas naturais da Lousã: o compositor Eugénio Rodrigues, o artista visual Sérgio Eliseu, a cenógrafa e dramaturga Elisabete Ferreira e o coreógrafo e bailarino Eduardo Bolsa Neves. A obra assume a forma de um oratório contemporâneo, articulando texto, música e imagem, e aborda a realidade das mães e crianças em Gaza, traçando um paralelismo com o nascimento de Jesus de Nazaré no mesmo território, há cerca de dois mil anos.

Em palco, destacou-se a diversidade de gerações e percursos artísticos, desde o coro infantojuvenil Coimbra Cantat e a jovem atriz Maria Rita Neves, até músicos emergentes como o Quarteto Caleidoscópio e os solistas Rita Filipe e Tiago Saad. A direção musical esteve a cargo de João Barros, maestro de referência na música coral europeia e figura central da cena musical portuguesa.

A componente técnica acompanhou o desafio artístico com rigor e sensibilidade, através do desenho de luz de Mo Collin e do trabalho de som de Henrique Monteiro, ambos da equipa técnica do Teatro Municipal da Lousã, contribuindo para uma experiência imersiva e coesa.

Segundo nota enviada à Beira Digital TV, o feedback do público foi unanimemente positivo, com reações emocionadas e forte reconhecimento da relevância artística e humana do projeto. Pão da Terra confirmou, assim, a missão da TEAMUS de promover a criação contemporânea portuguesa, cruzar linguagens artísticas e desenvolver projetos que interpelam o presente, envolvendo públicos diversos com proximidade e entusiasmo.

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