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Oito mortos e 934 acidentes em cinco dias nas estradas durante a operação de Ano Novo da GNR

Oito pessoas perderam a vida e 934 acidentes rodoviários foram registados nas estradas portuguesas entre as 00h00 de 27 de dezembro de 2025 e as 23h59 de 31 de dezembro de 2025, no âmbito da terceira fase da operação “Natal e Ano Novo 2025/2026”, denominada “Ano Novo em Segurança”, desenvolvida pela Guarda Nacional Republicana (GNR).

Durante este período, marcado pelo aumento do tráfego associado às festividades de fim de ano, a GNR fiscalizou 41 220 condutores. Deste total, 244 conduziam sob o efeito do álcool, tendo 165 sido detidos por apresentarem uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l. Foram ainda detidas 86 pessoas por conduzirem sem habilitação legal.

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No âmbito da ação fiscalizadora, foram detetadas 6 418 contraordenações rodoviárias, com especial incidência no excesso de velocidade, que originou 1 128 infrações. A GNR registou ainda um número significativo de infrações por falta de inspeção periódica obrigatória, ausência de seguro de responsabilidade civil, utilização indevida do telemóvel durante a condução e incumprimento das regras relativas ao uso do cinto de segurança e dos sistemas de retenção para crianças, bem como situações relacionadas com o consumo de álcool.

No que respeita à sinistralidade rodoviária, dos 934 acidentes registados resultaram oito vítimas mortais, 25 feridos graves e 249 feridos leves. As vítimas mortais, todas do sexo masculino, tinham idades compreendidas entre os 20 e os 85 anos e perderam a vida em acidentes ocorridos nos distritos de Santarém, Lisboa, Porto, Coimbra, Aveiro e Beja. A maioria dos acidentes fatais resultou de despistes, envolvendo veículos ligeiros e motociclos, tendo sido ainda registados um caso de colisão e um atropelamento.

A GNR adianta que, no decorrer da operação, continuará a reforçar a fiscalização e a prevenção, com especial atenção à condução sob o efeito do álcool e de substâncias psicotrópicas, ao excesso de velocidade e a outros comportamentos de risco, apelando à responsabilidade dos condutores como fator determinante para a redução do número de acidentes e de vítimas nas estradas.

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