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Excedente do Estado cai para 1.992 milhões de euros, mas Segurança Social aumenta para cerca de milhão e meio de euros

A Segurança Social registou um excedente de 1.486,1 milhões de euros até fevereiro, acima dos 1.227,4 milhões apurados no mesmo período de 2025. A receita efetiva situou-se em 7.600,9 milhões de euros, enquanto a despesa alcançou 6.114,8 milhões, superior aos 5.908,1 milhões do ano anterior.

No mesmo período, verificou-se uma queda de 38,7% na despesa com beneficiários dos antigos combatentes, contrastando com um aumento de 13,2% no financiamento da Lei de Bases da Segurança Social.

O excedente do Estado totalizou 1.992,4 milhões de euros em fevereiro, menos 127 milhões face a igual período do ano passado, refletindo o crescimento da receita (5%) inferior ao da despesa (6,3%), segundo a Entidade Orçamental.

O aumento da receita das Administrações Públicas deveu-se à evolução das receitas não fiscal e não contributiva (13,3%) e contributiva (7,9%), complementadas pela receita fiscal (1%). Destaca-se o IMI, com crescimento de 189,6%, enquanto o IRC registou quebra de 40,3% e o imposto sobre o tabaco caiu 14,2%.

O crescimento da despesa primária decorreu principalmente do aumento das transferências (7,7%), das despesas com pessoal (5,8%) e das aquisições de bens e serviços (8%). Já a despesa com juros e outros encargos financeiros caiu 0,7% em fevereiro.

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