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Copernicus: Julho foi o terceiro mês mais quente de sempre

O mês de julho de 2025 foi o terceiro mais quente desde que há registos, segundo o serviço europeu Copernicus. A temperatura média global foi de 16,68 ºC, acima da média habitual para esta altura do ano.

Apesar de não ter batido recordes como em anos anteriores, os especialistas alertam que isso não significa que as alterações climáticas tenham abrandado. O diretor do Copernicus, Carlo Buontempo, avisou que o calor extremo e outros fenómenos extremos, como inundações, continuam a ser sinais do aquecimento global.

Na Europa, julho foi o quarto mais quente já registado. A Escandinávia enfrentou ondas de calor intensas, enquanto o sudeste europeu sofreu com incêndios florestais e a Turquia bateu o recorde nacional com 50,5 ºC.

Ao mesmo tempo, partes da Europa Central, Rússia e Espanha tiveram temperaturas abaixo do normal. Fora da Europa, registaram-se temperaturas acima da média na China e no Japão, mas abaixo do normal em várias regiões da Antártida, Américas, Índia, Austrália e África.

A seca afetou mais de metade da Europa e do Mediterrâneo entre 11 e 19 de julho. Segundo dados do Observatório Europeu da Seca, foi o valor mais alto para esta época do ano desde 2012.

Países como Sérvia, Hungria, Bulgária e Roménia enfrentam situações de alerta, com muitos solos secos. Também no Reino Unido a situação se agravou, com cerca de um quinto dos solos em alerta de seca.

Esta seca está a contribuir para incêndios graves, como o que atingiu o sul de França, onde arderam 16.000 hectares em apenas um dia.

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