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Economia

CERC defende ligação da A13 ao IP3 como prioridade estratégica nacional

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O Conselho Empresarial da Região de Coimbra (CERC) manifestou “profunda preocupação” na sequência do rebentamento do dique da margem direita do rio Mondego e da queda de um troço da A1, situações que, considera, vieram expor fragilidades estruturais com impacto direto na mobilidade, no transporte de mercadorias e na atividade económica.

Em nota enviada à Beira Digital TV, o CERC sustenta que, num território já afetado pelos efeitos da Tempestade Kristin, estes acontecimentos demonstram que a Região de Coimbra não pode continuar dependente de uma única grande via estruturante. A entidade defende que a ligação entre a A13 e o IP3 (Coimbra Norte – Souselas) deve ser assumida como uma prioridade estratégica nacional.

A obra, já anunciada pelo Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, “não pode ser adiada nem ficar condicionada a calendários longínquos”. Citado na mesma nota, o presidente do CERC, Hugo Serra, afirma: “Não queremos apenas anúncios. Precisamos de um calendário claro e execução no terreno. A região já provou que não tem margem para esperar. Sempre que ocorre um evento extremo, a economia fica bloqueada. Esta ligação não é um luxo – é uma necessidade estratégica”.

O CERC defende que esta infraestrutura deve ser priorizada pelo Governo por reforçar a redundância e a resiliência da rede rodoviária nacional, criar uma alternativa eficaz à A1, reduzir o risco de bloqueios prolongados em situações de emergência e fortalecer a competitividade logística das empresas da região.

Na mesma nota, os representantes do tecido empresarial da região saúdam ainda o anúncio do lançamento do concurso para a Barragem de Girabolhos, que consideram um projeto estruturante para a gestão integrada e sustentável dos recursos hídricos. Segundo o CERC, a barragem representa um reforço da segurança hídrica, da proteção das populações e da capacidade de produção de energia renovável, assumindo um papel relevante na resiliência do território.

A entidade sublinha que a articulação entre uma estratégia sólida de gestão hídrica e o reforço das infraestruturas rodoviárias é fundamental para garantir segurança, competitividade e coesão territorial.

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