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Primeira versão do AMÁLIA concluída até ao final de março

A versão beta do AMÁLIA, o primeiro Modelo de Linguagem em Grande Escala (LLM) de língua portuguesa desenvolvido em Portugal, estará concluída até ao final de março. “Os trabalhos desenvolvidos pelos centros de investigação estão a decorrer dentro do previsto”, confirma o
Ministério da Educação, Ciência e Inovação em nota enviada à Beira Digital TV.

Esta versão preliminar servirá como base de treino para as versões futuras – a versão base e a versão multimodal – e estará acessível apenas para investigadores do consórcio. O projeto conta com um investimento de 5,5 milhões de euros financiados pelo PRR e é conduzido por cinco instituições de ensino superior públicas.

O Governo destaca que “estas são as únicas entidades envolvidas no projeto, não havendo envolvimento de entidades privadas”. Após os 18 meses de desenvolvimento, o AMÁLIA será disponibilizado gratuitamente em open source.

A Agência para a Modernização Administrativa (AMA) e a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) são responsáveis pela coordenação do projeto, assegurando a infraestrutura necessária para o treino e alojamento do modelo. O objetivo é garantir que o AMÁLIA possa ser utilizado por entidades públicas e privadas, promovendo a inovação e a utilização da inteligência artificial em Portugal.

Para assegurar o rigor técnico e ético do projeto, foi criado um Comité de Acompanhamento Especializado, presidido por Arlindo Oliveira e composto por especialistas em Inteligência Artificial. Este comité tem como missão garantir as melhores práticas no desenvolvimento do modelo e aconselhar sobre o seu potencial de aplicação.

A fase de desenvolvimento está a cargo de um consórcio liderado pelos centros de investigação Nova LINCS, Instituto de Telecomunicações e Instituto Superior Técnico, envolvendo ainda a Universidade de Coimbra, Universidade do Porto e Universidade do Minho. “O objetivo é tornar o modelo o mais robusto possível e explorar sinergias com conhecimento científico já existente”, refere o Governo.

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