O Plano Operacional Municipal (POM) de Defesa da Floresta contra Incêndios para 2026 foi aprovado no passado dia 23 de abril, em reunião da Comissão Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais, reforçando a preparação e articulação do concelho na prevenção e combate aos incêndios rurais.
O documento estratégico define a operacionalização de todo o dispositivo municipal de defesa da floresta contra incêndios, estabelecendo competências, mecanismos de coordenação e a articulação entre as várias entidades com responsabilidades nesta área.
Durante a sessão foi igualmente apresentado o dispositivo especial de combate a incêndios rurais para 2026, numa reunião que contou com intervenções do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Coimbra, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Comunidade Intermunicipal da Região Metropolitana de Coimbra.
Da responsabilidade do Gabinete Técnico Florestal, o Plano Operacional Municipal assume-se como o principal instrumento de planeamento e coordenação da resposta do município aos incêndios rurais, enquadrando a atuação dos diferentes agentes de proteção civil ao longo do ano.
Além da aprovação do plano, a reunião serviu para fazer um ponto de situação sobre várias ações em curso no concelho no domínio da gestão e proteção florestal, incluindo candidaturas municipais em desenvolvimento, a limpeza da Faixa de Gestão de Combustível, a beneficiação da rede de pontos de água, a implementação da rede primária, a limpeza da rede viária florestal e o reforço do sistema de vigilância florestal.
A reunião foi presidida por Jorge Custódio, enquanto presidente da Comissão Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais, e reuniu os principais agentes locais com responsabilidades na prevenção e combate aos incêndios, entre os quais o Serviço Municipal de Proteção Civil, os Bombeiros Voluntários, a GNR, a GNR-UEPS, os Sapadores Florestais, vereadores do executivo municipal e presidentes de Junta de Freguesia.
A aprovação do POM para 2026 representa mais um passo na consolidação da estratégia municipal de prevenção e resposta aos fogos rurais, num contexto em que a coordenação entre entidades e a gestão do território continuam a ser fatores determinantes para a proteção das populações e da floresta.