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Vendas automóveis na União Europeia crescem com impulso dos elétricos e híbridos

carros @DR

As vendas de automóveis na União Europeia aumentaram 4% no primeiro trimestre do ano, impulsionadas sobretudo pelo crescimento registado em março, que atingiu uma subida homóloga de 12,5%.

De acordo com a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis, a evolução do mercado foi apoiada pela procura dos consumidores, incentivada por benefícios fiscais e programas de apoio em vários países europeus.

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No período entre janeiro e março, destacaram-se crescimentos nas novas matrículas em países como Alemanha, Itália e Espanha, enquanto França, Bélgica e Países Baixos registaram quebras.

Os veículos elétricos continuam a ganhar peso no mercado. Os carros 100% elétricos registaram um aumento de 32,5% face ao mesmo período do ano anterior, representando agora 19,4% das matrículas, com um total de 546.937 unidades. Entre os principais mercados, verificaram-se subidas expressivas em países como Itália, França, Espanha e Alemanha.

Já os híbridos elétricos mantêm-se como a escolha mais comum entre os consumidores, concentrando 38,6% do mercado e ultrapassando um milhão de unidades matriculadas no trimestre. Também os híbridos ‘plug-in’ cresceram de forma significativa, atingindo 9,5% da quota de mercado.

Em sentido contrário, os veículos com motores a combustão continuam a perder relevância. As matrículas de carros a gasolina caíram 18,2% e as de diesel recuaram 15,7%, representando agora, em conjunto, pouco mais de 30% do mercado, abaixo dos valores registados no ano anterior.

Entre os fabricantes, o grupo Volkswagen manteve a liderança, embora com um crescimento mais moderado. Já a Tesla destacou-se com uma forte subida nas matrículas, tanto em março como no conjunto do trimestre.

As marcas chinesas continuam também a reforçar a sua presença no mercado europeu, com destaque para a BYD, que registou um crescimento acentuado, e para a SAIC, proprietária da marca MG, que consolidou a sua posição.

Apesar da evolução positiva, a ACEA alerta que o desempenho do setor nos próximos meses dependerá da continuidade dos incentivos públicos e do contexto económico, sublinhando a importância de uma transição tecnológica equilibrada no processo de descarbonização.

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