No domínio fiscal, o executivo municipal opta por manter impostos e taxas nos níveis mais baixos dos últimos anos. A taxa de IMI continuará fixada em 0,34, com várias minorações associadas à composição dos agregados familiares, localização dos imóveis e eficiência energética. A autarquia prevê igualmente devolver 50% do IRS às famílias e aplicar a taxa mínima de derrama aos pequenos negócios locais.
Segundo o presidente da Câmara, Luciano Ribeiro, “tal como no mandato anterior, os objetivos propostos serão concretizados sem aumento da dívida, nem comprometimento do investimento ou da capacidade de execução da autarquia”.
A cultura, o turismo e a administração local integram igualmente as prioridades do orçamento. Está prevista a elaboração de um Plano Estratégico de Turismo, articulado com as estratégias regionais e nacionais, bem como um reforço gradual das transferências para as juntas de freguesia, através da atualização de acordos interadministrativos ou da transferência de competências para as freguesias que demonstrem capacidade para as assumir.
Recorde-se que a Assembleia Municipal aprovou o Orçamento Municipal e as Grandes Opções do Plano (GOP) para 2026, o primeiro do novo quadriénio autárquico, no valor global de 43,1 milhões de euros.