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Rendas, transportes, telecomunicações, portagens e correios deverão ficar mais caros em 2026

O próximo ano será marcado por aumentos em vários bens e serviços essenciais, com alguns preços a acompanharem ou a superarem a inflação prevista. Rendas, transportes, telecomunicações, portagens e correios deverão ficar mais caros, enquanto alguns bens alimentares, como a carne e o peixe, terão subidas mais acentuadas.

Na eletricidade, os clientes do mercado regulado vão sentir um aumento médio de 1 por cento a partir de janeiro. Já no mercado liberalizado, algumas empresas anunciaram descidas ligeiras nas faturas. A água poderá também encarecer, dependendo das decisões de cada município, e o gás natural mantém o aumento que entrou em vigor em outubro.

Nos transportes, os bilhetes da CP vão subir em média mais de dois por cento, enquanto as portagens das autoestradas terão uma atualização superior a dois por cento, embora alguns troços venham a ficar isentos a partir de abril.

As telecomunicações também registam aumentos, com os principais operadores a atualizarem preços em linha com a inflação, ainda que existam exceções para alguns tarifários e novos contratos.

No mercado da habitação, as rendas vão aumentar 2,24 por cento, o que representa uma subida de 2,24 euros por cada 100 euros de renda. O valor de referência da construção para cálculo do IMI também sobe, mas apenas terá impacto em imóveis novos ou sujeitos a nova avaliação.

No consumo alimentar, a carne e o peixe deverão ter aumentos significativos, enquanto o pão deverá subir de forma mais moderada. Já os medicamentos até 30 euros não terão aumentos de preço em 2026.

Nas finanças pessoais, termina a isenção da comissão por amortização antecipada no crédito à habitação com taxa variável. O crédito bonificado para pessoas com deficiência terá também um ligeiro aumento da taxa de juro.

No conjunto, 2026 deverá trazer maior pressão sobre o orçamento das famílias, apesar de alguns preços se manterem estáveis ou com subidas mais contidas.

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