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Presidente da República reprova restrições à celebração de Domingo de Ramos em Jerusalém

O Presidente da República manifestou “profunda preocupação” com o impedimento imposto pelas autoridades israelitas ao Patriarca Latino de Jerusalém de celebrar a missa de Domingo de Ramos no Santo Sepulcro.

Numa nota enviada à comunicação social, o chefe de Estado refere ter tomado conhecimento de uma situação “sem precedentes em séculos recentes”, relacionada com o cardeal Pierbattista Pizzaballa e a celebração de uma das datas mais importantes do calendário cristão.

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O Presidente considera que este episódio “atinge a comunidade cristã local e também o princípio universal da liberdade religiosa”, sublinhando que este é um “pilar essencial das sociedades democráticas” e está consagrado no direito internacional. Na mesma nota, defende que “a livre prática do culto deve ser assegurada e respeitada por todas as autoridades, em qualquer circunstância”.

An manifesta ainda “firme reprovação por este impedimento”, classificando-o como “injustificado e contrário aos compromissos internacionais de proteção da liberdade religiosa”.

Portugal diz estar a acompanhar a situação em Jerusalém e apela ao “respeito integral pelos direitos das comunidades religiosas”, bem como à “preservação do acesso livre e seguro aos lugares santos”.

Num apelo final, o Presidente sublinha a importância “do diálogo, da contenção e do respeito mútuo” como caminhos essenciais para garantir “a paz, a estabilidade e a dignidade humana na região”.

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