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Oliveira do Hospital: Votação no Orçamento Participativo Jovem decorre até 10 de novembro

cm oliveira do hospital

Começa hoje a votação nas propostas apresentadas ao Orçamento Participativo Jovem, uma iniciativa da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital em parceria com o Conselho Municipal da Juventude. O período de votação termina no dia 10 de novembro.

A votação decorre online, em “ Participa.gov ”, uma plataforma de suporte aos processos participativos da Administração Pública, permitindo a participação dos cidadãos e cidadãs através de tecnologias simples, seguras e confiáveis. Recorde-se que o ciberataque que afetou os serviços da Agência para a Modernização Administrativa, tornando indisponível o acesso ao referido website, obrigou a uma alteração do período de votação previsto inicialmente.

Há seis candidaturas em votação na edição deste ano em que foi reforçado o valor de dotação para a operacionalização das propostas vencedoras, e que é agora de 12 mil euros. Serão aprovadas as duas propostas mais votadas, às quais será atribuído o montante de 5.500 euros, respetivamente, podendo ser atribuído um montante adicional de até mil euros, mediante apresentação de comprovativos de despesa, à proposta mais votada.

Podem participar na votação os cidadãos que tenham idades compreendidas entre os 16 e os 35 anos de idade que sejam trabalhadores, estudantes, residentes ou naturais do concelho de Oliveira do Hospital.

O Orçamento Participativo Jovem assume-se como um processo de consulta direta aos jovens, dando-lhes a oportunidade de apresentar propostas com projetos que considerem de interesse para o concelho de Oliveira do Hospital e promover, assim, uma democracia de proximidade, assinala o vereador Nuno Ribeiro, responsável pelo pelouro da Juventude.

Com esta iniciativa, o Município de Oliveira do Hospital procura alicerçar um modelo de gestão autárquica mais participada e informada e fomentar o exercício de uma cidadania informada, ativa e responsável dos jovens nos processos de governação local, com vista à definição de prioridades no investimento municipal. Bem como incentivar o diálogo entre eleitos, técnicos municipais, cidadãos e a sociedade civil, de forma organizada, na procura das melhores soluções para os problemas, tendo em conta os recursos disponíveis.

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