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Mira Celebra 52 Anos de Abril com Homenagem à Arte Xávega e Memórias da Revolução

O Município de Mira assinalou o 52.º aniversário do 25 de Abril com um programa que uniu o simbolismo da liberdade ao reconhecimento da sua identidade mais profunda, homenageando as gentes do mar e as memórias da madrugada que mudou Portugal.

As celebrações oficiais tiveram o seu momento central na sessão solene evocativa, onde o Município prestou uma homenagem pública a todas as companhas da Arte Xávega que, ao longo de séculos, laboraram na costa de Mira. O tributo, que se estendeu a todos os homens, mulheres e famílias ligados a esta faina, elevou a prática ancestral ao estatuto de “Património Vivo”.

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Ao reconhecer a importância histórica e social desta arte, a autarquia deu também início ao procedimento para a sua inscrição no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, reafirmando que honrar Abril é também valorizar a cultura e a dignidade de quem mantém vivas as tradições locais.

O programa evocativo incluiu ainda a deposição de uma coroa de flores junto ao monumento aos antigos combatentes do Ultramar, num momento de respeito pelo sacrifício e serviço patriótico dos mirenses.

Na vertente da memória histórica, a noite de 24 de abril foi marcada pelo testemunho direto de Paulo Coelho. O locutor, que se encontrava em serviço na Rádio Renascença na madrugada de 1974, partilhou com o público os bastidores da transmissão da senha que deu início ao golpe dos capitães, oferecendo uma perspetiva íntima sobre o nascimento da democracia em Portugal.

As festividades culminaram com o espetáculo musical “Ainda há Abril!”, no Atrium Raul Almeida. Em palco, o Coro Legatto, o projeto Unir o Mare com Simone Toito e Salomé Assunção celebraram os valores da revolução, unindo a comunidade em torno da liberdade e da identidade coletiva de Mira.

Ao longo de todo o mês, o Município de Mira procurou dar vida a esta data histórica, cruzando cultura, património e comunidade. Entre exposições, tertúlias e momentos institucionais, as comemorações pautaram-se por uma elevada participação cívica, reforçando o significado de Abril no presente e no futuro do concelho.

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