Após os impactos provocados pela tempestade Kristin, o concelho de Leiria prepara-se para um importante momento de retoma e reencontro coletivo com a reabertura progressiva da quase totalidade dos seus espaços culturais ao longo do mês de maio.
Museus, galerias, centros interpretativos e espaços patrimoniais voltam a acolher programação cultural regular, devolvendo à comunidade lugares de criação, partilha, conhecimento e participação cívica.
A reativação destes equipamentos representa muito mais do que a reabertura física de edifícios. Representa a capacidade de Leiria se reerguer, reafirmando a cultura como um eixo essencial da vida coletiva, do desenvolvimento humano e da coesão social.
Num contexto particularmente exigente, marcado pelas consequências da tempestade Kristin, a cultura assume um papel decisivo na reconstrução emocional e social das comunidades, promovendo o encontro entre pessoas, o acesso ao conhecimento, a valorização da identidade local e a dinamização do território.
Ao longo do mês de maio, espaços como o Moinho do Papel, o m|i|mo – Museu da Imagem em Movimento, o Agromuseu Municipal Dona Julinha, o Banco das Artes Galeria, o Castelo de Leiria, a Villa Portela e o Museu de Leiria retomam a sua atividade, reforçando uma programação diversificada e acessível a diferentes públicos.
Leiria continua, assim, a afirmar-se como um território onde a cultura ocupa um lugar central nas políticas públicas, enquanto instrumento de qualificação, inclusão, criatividade e cidadania.
A Câmara Municipal de Leiria agradece o empenho de todos os profissionais, parceiros e equipas técnicas envolvidos neste processo de recuperação e reabertura, bem como a compreensão demonstrada pela comunidade durante o período de condicionamentos.
Mais do que recuperar espaços, Leiria volta a abrir portas à cultura, ao encontro e à esperança coletiva.