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Incêndio na serra da Lousã mantém duas frentes ativas e provoca novas evacuações

O incêndio florestal na serra da Lousã, no distrito de Coimbra, mantém duas frentes ativas, uma delas em direção a Vilarinho e ao concelho de Góis. A situação é considerada muito preocupante, com dois pontos principais a concentrar a atenção dos operacionais.

A frente que avança para norte, a partir da povoação de Candal, onde o fogo deflagrou na tarde de quinta-feira, mantém-se na cumeada da serra e ainda longe de povoações. No entanto, por precaução, foram novamente evacuadas localidades próximas da linha de progressão das chamas, como Cabanões, Póvoa de Fiscal e Fiscal, esta última a apenas dois quilómetros da sede do concelho.

A outra frente está localizada junto à ribeira de São João, abaixo da aldeia da Cerdeira, descendo em direção à Senhora da Piedade, zona turística onde se situam um santuário, uma praia fluvial e o Castelo da Lousã, já encerrada desde quinta-feira. Nas aldeias de xisto evacuadas, como o Talasnal, foram retirados turistas, permanecendo apenas proprietários das casas.

Este incêndio está a ser combatido por 300 operacionais, apoiados por 87 viaturas e cinco meios aéreos.

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