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Gasolina desce a partir de segunda-feira enquanto gasóleo mantém preço

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O preço da gasolina deverá baixar já na próxima segunda-feira, enquanto o gasóleo deverá manter-se inalterado. As previsões foram avançadas pelo Automóvel Club de Portugal (ACP) na sexta-feira.

De acordo com estas estimativas, a gasolina simples deverá descer cerca de meio cêntimo por litro, passando a custar 1,656 euros. Já o gasóleo simples deverá continuar nos 1,533 euros por litro.

Atualmente, segundo os dados mais recentes da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), a gasolina simples 95 encontra-se nos 1,661 euros por litro e o gasóleo simples nos 1,533 euros. Estes valores correspondem a preços médios diários, calculados com base na informação comunicada pelos postos de abastecimento, ponderada pelas quantidades vendidas e incluindo descontos aplicados, como os associados a cartões frota.

A DGEG disponibiliza ainda, no portal Preços dos Combustíveis Online, informação sobre os postos de abastecimento mais económicos em todo o país. Os consumidores podem consultar os preços mais baixos por distrito e município, selecionando o tipo de combustível pretendido.

Entretanto, mantém-se em aberto o calendário para o fim do desconto no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP). O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, afirmou que a Comissão Europeia não definiu, para já, qualquer data concreta para a reversão desta medida, embora continue a recomendar que Portugal e outros países eliminem gradualmente estes benefícios fiscais.

Em declarações após a reunião dos ministros das Finanças da União Europeia, em Bruxelas, o governante sublinhou que a retirada do desconto no ISP será feita de forma progressiva, de modo a evitar um aumento significativo dos preços dos combustíveis. O Governo tem indicado que este processo deverá ocorrer em momentos de descida dos preços.

Os descontos no ISP foram introduzidos em 2022 e 2023, no contexto da crise energética associada à guerra na Ucrânia e ao aumento da inflação. Apesar das recomendações de Bruxelas, o Orçamento do Estado para 2026 não prevê ainda a eliminação total destes apoios.

Segundo o Conselho das Finanças Públicas, o fim do desconto atualmente em vigor no ISP, a par da atualização da taxa de carbono, poderia representar uma receita adicional de mais de mil milhões de euros para o Estado.

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