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Época Balnear de 2025 registou 18 mortes nas praias portuguesas

A Autoridade Marítima Nacional (AMN) registou 18 acidentes mortais durante a Época Balnear de 2025, que decorreu entre 1 de maio e 31 de outubro. De acordo com o balanço divulgado esta segunda-feira, os casos ocorreram maioritariamente por afogamento, mas também por doença súbita e causas desconhecidas.

Dos 18 acidentes mortais registados, 12 resultaram de afogamento — três em praias marítimas vigiadas, sete em zonas marítimas não vigiadas e dois fora do período oficial da época balnear. Houve ainda cinco mortes por doença súbita, quatro das quais em praias vigiadas, e uma de causa indeterminada.

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No total, as praias marítimas vigiadas concentraram sete mortes, as não vigiadas registaram uma, enquanto oito ocorreram em outras zonas marítimas não vigiadas e duas fora do período de vigilância balnear.

Durante a época, foram realizados 1 162 salvamentos e prestados 3 918 atendimentos de primeiros socorros, segundo dados da AMN.

O dispositivo de assistência balnear contou com 353 elementos da Polícia Marítima e 116 tripulantes das estações salva-vidas, totalizando 531 operacionais. O reforço da vigilância em praias não vigiadas envolveu ainda 62 militares da Marinha, 34 viaturas “Volkswagen Amarok” no âmbito do projeto SeaWatch, seis motas 4×4 e três motas de salvamento marítimo, garantindo maior mobilidade e presença nas zonas mais isoladas.

Entre os casos registados em praias vigiadas destacam-se ocorrências em Cabanas de Tavira, Carcavelos, Monte Gordo, Figueirinha, Leixões, Porto de Mós e Formosa (Funchal). Já nas zonas não vigiadas, os acidentes aconteceram em locais como o Rio Douro, o Rio Minho, a Lagoa de Óbidos e Porto Santo.

A AMN recorda que, apesar do dispositivo de vigilância reforçado, o cumprimento das regras de segurança e a atenção às condições do mar continuam a ser essenciais para prevenir acidentes nas praias e zonas balneares do país.

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