O preço do cabaz alimentar essencial monitorizado pela DECO PROteste voltou a aumentar esta semana, segundo a informação enviada à Beira Digital TV. O conjunto de 63 produtos custa agora 243,65 euros, mais 14 cêntimos do que na semana anterior. Embora a subida seja ligeira, este valor corresponde ao sexto mais elevado registado em 2025.
Face à última semana de novembro de 2024, o cabaz está 10,61 euros mais caro, uma diferença de 4,55%. Desde o início da monitorização, em janeiro de 2022, acumulou um agravamento de 55,95 euros, o que representa quase 30% de aumento no preço dos mesmos produtos.
A DECO PROteste destacou também os produtos que mais contribuíram para o encarecimento desta semana. Os douradinhos de peixe foram os que registaram o aumento mais expressivo, seguidos da alface frisada, que voltou a refletir a instabilidade recente nos preços dos frescos. Também o pão de forma sem côdea teve uma subida relevante, influenciando o valor final do cabaz.
Paralelamente, a dúzia de ovos mantém-se como um dos produtos com maior agravamento acumulado desde o início deste ano, com uma subida de 32%.
O cabaz inclui bens de carne, peixe, congelados, frutas, legumes, laticínios e mercearia, como frango, peru, carapau, pescada, batata, cenoura, banana, maçã, arroz, esparguete, açúcar, leite, queijo ou manteiga.
A DECO PROteste continua a realizar este acompanhamento semanal desde fevereiro de 2022, no contexto da inflação que tem vindo a pressionar o orçamento das famílias portuguesas.
