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Da biotecnologia marinha à saúde e cosmética: estudantes do Instituto Politécnico de Leiria desenvolvem projetos com potencial de aplicação real

Da biotecnologia marinha à saúde e cosmética: estudantes do Instituto Politécnico de Leiria desenvolvem projetos com potencial de aplicação real @IPL

Algas marinhas, microrganismos e espécies naturais com potencial terapêutico estiveram no centro dos projetos desenvolvidos por estudantes finalistas da licenciatura em Biotecnologia da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar (ESTM) do Politécnico de Leiria, em Peniche, que exploraram soluções inovadoras com aplicação nas áreas da saúde, cosmética e alimentação. 

Os projetos foram desenvolvidos e apresentados no âmbito da unidade curricular de Projeto Interdisciplinar, resultando de vários meses de investigação experimental em laboratório, com o apoio de docentes e recurso a infraestruturas de investigação, como o CETEMARES, reforçando a ligação entre ensino, investigação e aplicação prática.

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No total, foram apresentados nove projetos que refletem a diversidade da biotecnologia e a sua crescente relevância na valorização de recursos naturais e no desenvolvimento de soluções sustentáveis. Entre os temas abordados destacam-se o estudo de compostos bioativos com propriedades antimicrobianas, antioxidantes, antitumorais e neuroprotetoras, bem como a aplicação de extratos naturais em produtos cosméticos, alimentares e biomédicos.

Alguns dos projetos incidiram na valorização de espécies marinhas e invasoras, explorando o seu potencial como fonte de compostos com interesse científico e industrial, enquanto outros focaram-se no desenvolvimento de soluções inovadoras, como materiais biodegradáveis e filmes comestíveis para conservação alimentar.

A apresentação dos projetos reuniu estudantes, docentes, investigadores e membros da comunidade académica, promovendo a partilha de conhecimento científico e tecnológico. Para além dos resultados científicos, a iniciativa permitiu aos estudantes consolidar competências técnicas e laboratoriais, bem como desenvolver competências transversais como a autonomia, a resiliência e a comunicação científica, evidenciando a importância da componente prática na formação em Biotecnologia.

“Ao longo do semestre, foi evidente a evolução dos estudantes, que passaram a encarar o trabalho laboratorial com grande entusiasmo e envolvimento. Estes projetos refletem a consolidação de competências científicas e a capacidade de aplicar o conhecimento a desafios reais. Mais do que um ponto de chegada, este momento marca o início de um novo percurso profissional e científico para estes estudantes”, afirma Alexandra Cruz, coordenadora da licenciatura em Biotecnologia.

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