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Liga Portugal Betclic regista diversidade recorde com 68 nacionalidades

A Liga Portugal Betclic continua a afirmar-se como uma das competições que mais atração gera no futebol europeu ao nível das várias latitudes do planeta, tendo registado, cumprido o primeiro terço da época (11.ª jornada), 68 nacionalidades diferentes representadas nos plantéis das Sociedades Desportivas.

Na análise efetuada pelo Observatório do Futebol da Liga Portugal, Brasil, Espanha, França e Uruguai ocupam o topo das nacionalidades mais representadas, reunindo, juntamente com Portugal, 63,8% do total de jogadores da competição, ainda que se registe um dado marcante: a redução no número de jogadores brasileiros, que, apesar de continuarem a ser a segunda nacionalidade mais presente, atinge o valor mais baixo desde 2020/21, com 90 futebolistas. Essa redução reflete a diversificação dos mercados de recrutamento, com crescente aposta em outras geografias. 

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Entre os países que reforçaram presença na Liga Portugal Betclic, destacam-se Espanha, França, Uruguai, Grécia, Costa do Marfim, Senegal, Bélgica, Geórgia e Paraguai, com o maior número de representantes desde 2020/21. Também Austrália, Áustria, Ilhas Comores, Polónia, Porto Rico, Roménia e Tunísia atingem presenças recorde, com incrementos face ao período homólogo. 

Em termos de confederações, nota-se maior representação da UEFA e da CONMEBOL, acompanhada da presença de jogadores oriundos das confederações AFC, CONCACAF e OFC, reforçando a projeção internacional da competição portuguesa. 

Na Liga Portugal 2 Meu Super, a diversidade também é crescente, com 59 nacionalidades representadas até ao momento, o valor mais alto desde 2020/21. Brasil, Espanha, França e Guiné-Bissau lideram a lista, somando 78% do total de jogadores, juntamente com Portugal. 

Particular destaque para o aumento de atletas espanhóis, que atinge um máximo histórico: 38 jogadores utilizados, face ao anterior máximo de 12. França, Sérvia, Bélgica e Mali seguem a mesma tendência de crescimento, a par de vários países que alcançam presença inédita, como Inglaterra, Israel, Peru ou Rússia. 

A pluralidade de nacionalidades nas duas competições profissionais comprova, sobretudo, a capacidade de atração do futebol português, que continua, assim, a afirmar-se como porta de entrada para novos talentos.

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