"Vida num Loop”: Gonçalo Guiné apresentou álbum de estreia no Salão Brazil e mostra novo vídeo
Depois do primeiro avanço revelado a 17 de abril e do concerto de apresentação no Salão Brazil, Gonçalo Guiné lança finalmente Vida num Loop, álbum de estreia que condensa mais de uma década de criação e afirma uma linguagem singular entre o hip-hop, a intervenção e a experimentação sonora. A edição do disco é acompanhada pelo vídeo do tema Preguiça.
Vida num Loop, álbum de estreia de Gonçalo Guiné, chegou às plataformas no passado dia 15 de maio, assinalando um novo capítulo no percurso do rapper e beatmaker de Coimbra. A edição surge após o lançamento do primeiro single, revelado a 17 de abril, e foi celebrada com um concerto de apresentação no Salão Brazil.
Resultado de um longo processo criativo, o disco reúne composições desenvolvidas ao longo de vários anos, refletindo diferentes momentos do percurso artístico de Guiné enquanto rapper e produtor. “Este álbum é um aglomerado do meu trabalho como rapper/produtor de 2014 mais ou menos até 2021/22”, explica o artista. “Cerca de metade das faixas estavam para sair com outra roupagem em 2017, mas por coisas da vida não saiu e, em 2023, decidi refazer tudo com banda.”
Ao longo de Vida num Loop, Gonçalo Guiné constrói um retrato simultaneamente pessoal e social, cruzando reflexão íntima com observação crítica do presente. “Acho que, a nível de conteúdo, este lado mostra muito de quem eu sou e como penso”, refere, apontando temas como Ódio, Pós-Razão, Arquivos e Medo como expressões da sua visão sobre a sociedade, enquanto Até Parece surge como comentário ao próprio universo do hip-hop.
O álbum recupera ainda três temas anteriormente editados no EP Arquivos de um Confinamento (2021) — Medo, Arquivos e Pós-Razão — agora revisitados e integrados numa narrativa sonora renovada.
Neste trabalho, Gonçalo Guiné apresenta-se acompanhado por Filipe Furtado, Paulo Silva e Filipe Fidalgo, núcleo associado ao Filipe Furtado Trio. O encontro entre o universo do rapper e o destes músicos e improvisadores traduz-se numa linguagem híbrida que aproxima loops e bases programadas da instrumentação acústica, criando um suporte orgânico para a lírica sincopada e tendencialmente interventiva de Guiné. “Já tinha o esqueleto dos sons em beats meus, que a banda dissecou, melhorou e acrescentou pormenores”, sublinha.
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