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Vereadora Olga Brás acredita que a Inteligência Artificial será um bom aliado das Associações Culturais

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A vereadora das Coletividades, Olga Brás, foi a oradora da Mesa-redonda “Associações Culturais e Inteligência Artificial”, promovida pelo Município da Figueira da Foz, no passado dia 30 de maio no Quartel da Imagem, para assinalar o Dia Nacional das Coletividades, e a qual referiu tratar-se de “um convite: um convite ao diálogo, à responsabilidade e à imaginação.”

A autarca, com grande conhecimento do tecido associativo do concelho, sublinhou, na sua intervenção inicial, que “vivemos tempos de aceleração tecnológica, em que a inteligência artificial começa a moldar profundamente as formas como comunicamos, criamos, aprendemos e nos organizamos”, e questionou “o que significa, neste contexto, ser associação? Que papel podem — e devem — ter as coletividades, os grupos culturais, os clubes juvenis, num mundo cada vez mais mediado por algoritmos”. 

Olga Brás frisou que a conversa não se destinava apenas a especialistas técnicos, “mas sim a todos quantos se preocupam com o futuro do envolvimento comunitário, da criação coletiva e da cidadania ativa” e que a mesma pretendia “provocar reflexão, lançar perguntas e abrir caminhos” e “sobretudo, envolver os jovens do nosso concelho, inquietá-los, inspirá-los e escutá-los. Porque são eles que, mais do que herdar o mundo, o estão já a reinventar.”

Participaram na iniciativa, que teve como objetivos refletir sobre o papel das associações culturais num contexto digital e de inteligência artificial; promover o diálogo entre universidades, coletividades e artistas e partilhar boas práticas e perspetivas inovadoras para o futuro do associativismo cultural, quatro oradores: Penousal Machado, docente da Universidade de Coimbra (UC) e coordenador do Mestrado em Inteligência Artificial do Campus da Figueira da Foz; Pedro Martins: docente da UC e coordenador do Mestrado em Computação Musical e Design de Som do Campus da Figueira da Foz; Adérito Araújo, que integra a Tarrafo – Associação Cultural e Nuno Trocado, docente do Mestrado em Computação Musical e Design de Som do Campus da Figueira da Foz.

Durante cerca de uma hora, foram abordados os temas: IA como aliada da diversidade cultural e da criação artística; Preservação do património imaterial e digitalização das memórias coletivas; Universidade, coletividades e IA: projetos colaborativos. 

No final da iniciativa a vereadora sublinhou que “saímos daqui com mais questões do que certezas, o que é sempre sinal de um debate vivo, fértil e necessário.”, mas que “refletimos sobre como a inteligência artificial pode ser mais do que uma ferramenta tecnológica — pode ser uma aliada da diversidade cultural, uma ponte entre tradição e inovação, um catalisador de projetos colaborativos com impacto real nas comunidades.” 

A mesma referiu ainda que “ficou lançado o repto para várias ações de formação no Campus Universitário da Figueira da Foz dedicadas a este público, que é um público que se desafia diariamente em prol da cultura e identidade social local, e para quem a inteligência artificial será um bom aliado na desburocratização, na gestão financeira, na base de dados de sócios.

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