Morrem todos os dias a nível mundial 140 mulheres ou raparigas às mãos dos seus companheiros ou de familiares mais próximos. De acordo com o relatório da ONU, estes números traduzem-se em uma morte a cada 10 minutos.
Segundo os dados da organização internacional, no ano passado foram mortas intencionalmente 85 mil mulheres e raparigas em todo o mundo, das quais 51 mil (ou seja, 60%) foram assassinadas pelos seus parceiros ou por outros membros da família.
O relatório divulgado esta segunda-feira, a propósito do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, conclui que a violência contra as mulheres continua generalizada e que a sua manifestação mais extrema, o femicídio, é universal, transcendendo fronteiras, estatutos socioeconómicos e grupos etários.
Dados que indignam a diretora-executiva da ONU Mulheres, o órgão das Nações Unidas dedicado à igualdade de género e à defesa do fortalecimento do poder das mulheres.
“A violência contra as mulheres e raparigas é passível de ser prevenida e sabemos como fazê-lo”, garante Sima Bahous, citada no relatório.
Para isso, defende a representante, “precisamos de legislação sólida, de uma melhor recolha de dados, de mais responsabilização governamental, de uma cultura de tolerância zero e de um maior financiamento para as organizações e organismos institucionais que defendem os direitos das mulheres”.
Os ginastas Nuno Correia e Inês Castro, da Secção de Ginástica da Associação Académica de…
O Ministério da Defesa Nacional assinou um acordo com o Sindicato Independente dos Médicos (SIM)…
O prazo de candidatura para o concurso público de admissão de 28 novos enfermeiros, com…
A Junta de Freguesia de Santo António dos Olivais promoveu, esta quinta-feira, 16 de abril,…
O Presidente da República promoveu um encontro com mais de duas dezenas de especialistas de…
No próximo domingo (19 de abril) vão ser inauguradas três obras executadas pelo Município de…
This website uses cookies.