A taxa de mortalidade por tumores malignos tem evidenciado uma tendência crescente nos últimos 30 anos, estando a média de Portugal nos 2,7% em 2022, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatísticas (INE).
De acordo com a análise, em 2022, a região do Alentejo é a que apresenta a maior taxa de mortalidade (3,3%), seguindo-se o Centro do país com 2,9%, Oeste e Vale do Tejo e Região dos Açores com 2,8%.
Em Portugal, os óbitos por tumores malignos atingem, em média, a população em idades mais jovens e afetam significativamente mais os homens do que as mulheres, revela o INE.
Os tumores malignos causaram 22,4% dos óbitos de residentes em Portugal em 2022, sendo a maioria das causas de morte tumores na traqueia, brônquios e pulmão; seguido do cólon, pâncreas, próstata, mama e estômago.
Dados de 2019 indicam que 4 em cada 10 pessoas tinham realizado um exame de rastreio do cancro do cólon e do reto: 41,1% da população entre os 50 e 74 anos referiu ter realizado uma análise PSOF nos 2 anos anteriores à entrevista e 43,0% da população entre os 50 e 74 anos referiu ter realizado uma colonoscopia nos 10 anos anteriores à entrevista.
Os exames de rastreio do cancro do colo do útero e do cancro da mama registavam frequências superiores: 80,2% de mulheres entre os 50 e 69 anos referiu ter realizado uma mamografia nos 2 anos anteriores à entrevista; 65,5% de mulheres entre os 20 e 69 anos referiu ter realizado uma citologia cervical nos 3 anos anteriores à entrevista.
Os dados do INE são divulgados no dia Mundial da Luta Contra o Cancro.
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