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Sobe para 55 o número de mortos no incêndio em complexo residencial de Hong Kong

O incêndio que atingiu na quarta-feira vários edifícios do conjunto habitacional Wang Fuk Court, em Tai Po, no norte de Hong Kong, já provocou 55 mortos, segundo as autoridades locais. Há ainda 68 feridos, incluindo 16 em estado crítico.

Mais de 700 bombeiros e equipas de resgate continuam no local a tentar controlar as chamas, naquele que já é considerado o incêndio mais mortal da história da cidade. O anterior mais grave remontava a 1996, quando um fogo num edifício comercial em Kowloon causou 41 mortos.

As autoridades conseguiram contactar parte das 279 pessoas inicialmente dadas como desaparecidas, mas as buscas prosseguem.

A polícia deteve três homens suspeitos de homicídio voluntário, depois de terem sido encontrados materiais inflamáveis deixados durante trabalhos de manutenção, o que terá contribuído para a rápida propagação do fogo. A superintendente Eileen Chung afirmou que há indícios de “extrema negligência” por parte dos responsáveis.

As chamas destruíram andaimes de bambu e afetaram oito edifícios do complexo, construído nos anos 1980 e composto por torres de cerca de 30 andares. Mais de 900 residentes foram retirados e acolhidos em estruturas temporárias.

Face à dimensão do desastre, o governo ativou o nível máximo de alerta de incêndio, o mais alto previsto em Hong Kong.

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