A aldeia do Soutêlo foi, este domingo, palco da segunda edição da descida de carros de rolamentos, um evento promovido pelo Centro de Convívio do Soutêlo com o objetivo de dinamizar a comunidade local e resgatar tradições antigas.
A ideia nasceu de uma simples conversa entre amigos. “Surgiu em conversa de brincadeira. Nós gostamos de nos juntar, de fazer atividades e de manter a aldeia ativa”, explicou Daniela Pereira, uma das organizadoras. “Era uma brincadeira antiga de quando o pessoal era mais novo. Decidimos repetir e correu muito bem.”
O presidente do Centro de Convívio do Soutêlo, Luís Santos, realçou o espírito comunitário e a vontade de dar vida à aldeia: “O interesse é participar, divulgar a aldeia, dinamizar e fazer com que as pessoas se sintam bem. Aproveitar o excelente espaço que temos e proporcionar momentos de diversão.”
A descida tem lugar numa estrada com cerca de 400 a 500 metros, que começa à entrada da aldeia e termina junto à taberna local. “É também uma forma de dar a conhecer outros pontos da aldeia”, acrescentou Daniela.
Este ano participaram dez concorrentes, número semelhante ao da edição anterior. “Vêm pessoas de fora, o que nos deixa muito satisfeitos. Mas mais do que os números, o importante é a participação e a boa disposição”, reforçou Luís.
Os veículos são de construção artesanal, sem categorias específicas. “Temos carrinhos feitos à mão, alterados ou simples, o que importa é o capacete, o bilhete e o termo de responsabilidade. A segurança vem sempre em primeiro lugar”, afirmou o presidente do Centro.
Durante as duas horas de evento, os participantes realizam o maior número possível de descidas. “O facto de serem poucos até ajuda, porque assim podem descer mais vezes, sem pressa nem competição. O objetivo é divertir”, frisou Daniela. “Recebemos esse feedback o ano passado e mantivemos o modelo. Para eles, essa foi a melhor parte.”
A organização mostra-se confiante quanto à continuidade do evento. “Seja connosco ou com outra direção, achamos que faz todo o sentido continuar. É uma mais-valia para a aldeia. E quem sabe se, no futuro, não aumentamos o percurso?”, sugeriu Luís.
Para além da prova, o dia termina com um almoço e convívio entre todos os presentes. “É isso que importa: dinamizar, aproveitar o espaço, conviver e criar boas memórias”, concluíram os organizadores.
A aldeia do Soutêlo volta assim a afirmar-se como um exemplo de espírito comunitário e de valorização das tradições locais.
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