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Reabilitação de seis casas para arrendamento acessível na Rua Vale de Figueiras foi consignada

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A empreitada de reabilitação para arrendamento acessível de seis casas na Rua Vale de Figueiras, que liga a circular externa ao Bairro do Ingote, foi hoje, dia 10 de dezembro, consignada pelo valor de 781.856 euros (IVA incluído) e com um prazo de execução de 450 dias. A obra vai ser financiada a 100% pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Vão ser criados quatro T3 e dois T1 e, de acordo com o projeto, a escolha dos materiais será criteriosa, valorizando-se requisitos funcionais e de eficiência energética. A consignação decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho, na presença do presidente da Câmara Municipal (CM) de Coimbra, José Manuel Silva, do representante da empresa, Pedro Relvão, bem como dos serviços municipais envolvidos.

Vão ser reabilitados dois imóveis municipais, situados na Rua Vale de Figueiras, na União de Freguesias de Eiras e São Paulo de Frades, para arrendamento acessível, cujo concurso foi aprovado na reunião de Câmara de 8 de julho deste ano. O projeto é constituído, na sua totalidade, por seis fogos, distribuídos em duas frações de tipologia T1 e quatro frações de tipologia T3. É um investimento de 781.856 euros (IVA incluído), distribuído por dois anos, sendo que, para este ano, será necessário a cativação de 72.946,83 euros, e em 2025, assegurar o compromisso de 708.909,17 euros do custo da obra. A empreitada vai ser financiada a 100% pelo PRR

As escolhas dos sistemas construtivos e dos materiais vai ser criteriosa, sendo valorizados os requisitos funcionais de construção e eficiência energética, nomeadamente para um bom comportamento térmico e acústico, durabilidade, resistência, estanquidade, fácil limpeza e conservação.

O projeto pretende, através da reabilitação integral dos imóveis, com um pequeno aumento da sua volumetria, definir a fronteira entre as novas propostas promovidas pela Câmara Municipal para a zona e o tecido urbano existente. Os novos elementos que constituem a ampliação permitem criar um edifício com maior hermeticidade e novas relações com os acessos às frações, sem descaracterizar a identidade original do imóvel.

Esta alteração promove uma nova configuração da distribuição dos espaços interiores das habitações, nomeadamente com a relocalização da cozinha junto à nova entrada das frações e o acréscimo de um quarto adicional. Assim, vai ser transformado um edifício com quatro frações de tipologia T1, compostos por entrada, sala de jantar, sala de estar, varanda, distribuição, cozinha, quarto, instalação sanitária e pátio (ao nível do 1º andar), para um edifício com quatro frações de tipologia T3, compostos por entrada, cozinha, sala, varanda, distribuição, três quartos, instalações sanitárias e pátio de maiores dimensões (ao nível do 1º andar). Ao nível do rés-do-chão, vai proceder-se à adaptação do espaço destinado a garagens para duas frações de tipologia T1, compostas por entrada, sala, cozinha, varanda, quarto, instalação sanitária e pátio, com acessos autónomos diretamente ao espaço público.

A estrutura do edifício existente é constituída por paredes de alvenaria de pedra e tijolo, reforçadas com estrutura de betão armado. Termicamente, será reforçado com isolamento térmico pelo exterior, com exceção nas zonas a ampliar que serão pelo interior das paredes. A estrutura das zonas ampliadas será, integralmente, a betão armado, com acabamento com tijolo maciço de barro vermelho. 

No interior do edifício existente, os revestimentos das paredes serão todos substituídos por novos em estuque, enquanto nas zonas a ampliar são em gesso cartonado ou equivalente. A cobertura do edifício existente será revestida a telha cerâmica associada a corte térmico em poliestireno extrudido e subtelha. A cobertura das ampliações será revestida a camarinha de zinco à cor natural, sendo sempre associadas a corte térmico em poliestireno extrudido. Os vãos exteriores serão em alumínio anodizado cinza forja.

O estudo prévio foi desenvolvido pela Divisão de Estudos e Projetos do Departamento de Edifícios e Equipamentos Municipais e submetido a uma candidatura no âmbito do Protocolo de Cooperação “Projetos de habitação a Custos Acessíveis da Região de Coimbra”, tendo sido assinado o respetivo Acordo de Colaboração, entre a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, Município de Coimbra e o Instituto da habitação e da Reabilitação Urbana, a 6 de junho deste ano.

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