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Rastreio neonatal aumenta no início de 2026 e atinge valores elevados

Bebé @Marjonhorn

O Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge revelou que, nos primeiros três meses de 2026, foram rastreados mais 1.031 bebés do que no mesmo período de 2025, totalizando mais de 21 mil testes realizados no âmbito do Programa Nacional de Rastreio Neonatal. Janeiro registou o maior número de nascimentos (7.908), seguido de março (7.312) e fevereiro (6.593).

Lisboa liderou o número de exames realizados (6.594), seguida do Porto (3.903) e Setúbal (1.797), enquanto Bragança (137) e Portalegre (139) apresentaram os valores mais baixos. Os dados confirmam a tendência de crescimento já observada em 2025, ano em que foram rastreados 87.708 recém-nascidos, o valor mais elevado da última década.

Conhecido como “teste do pezinho”, o rastreio é feito entre o 3.º e o 6.º dia de vida e permite detetar precocemente doenças genéticas como a fenilcetonúria e o hipotiroidismo congénito. Desde 1979, já foram analisados mais de 4,4 milhões de bebés, tendo sido identificados cerca de 3.000 casos de doenças raras, possibilitando tratamento atempado e melhor prognóstico.

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