PUBLICIDADE


PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Quatro arguidos vão a julgamento por série de furtos em Poiares, Lousã e Tábua

O Tribunal de Coimbra vai julgar quatro pessoas, três homens e uma mulher, acusadas de vários furtos cometidos em habitações dos concelhos da Lousã, Vila Nova de Poiares e Tábua. Entre os detidos encontra-se um jovem de 26 anos, apontado como o principal responsável pelos crimes e que se encontra em prisão preventiva devido ao seu passado criminal.

O casal formado pelo principal arguido e pela mulher, de 32 anos, terá estado envolvido na maioria dos furtos. Em 2024, ambos viveram durante alguns meses numa casa arrendada em Serpins, Lousã. Após deixarem o local, regressaram várias vezes à propriedade, entrando também noutras dependências e retirando objetos diversos, desde peças antigas a louças e utensílios, avaliados em mais de nove mil euros ao longo de várias incursões.

Depois de abandonarem Serpins, o casal instalou-se em casa de familiares, em Vila Nova de Poiares, onde foram encontrados bens furtados. Nesta fase, deslocaram-se ainda a Tábua, de onde terão levado vários objetos, incluindo uma televisão, no valor total de 585 euros. A convivência com os familiares durou pouco: acabariam por ser expulsos da casa e procuraram apoio junto de um homem de 46 anos, também arguido, que os recebeu na sua habitação em Poiares.

PUBLICIDADE



PUBLICIDADE

A partir daí, os furtos terão continuado. Em novembro de 2024, o trio é acusado de arrombar uma casa em Poiares e de regressar nos dias seguintes para retirar mais bens, entre louças, peças de decoração, colunas de mármore, roupas e até um grande relógio de pêndulo que transportaram no tejadilho de um automóvel. A atividade criminosa terminou quando um morador alertou a GNR e bloqueou a saída dos suspeitos, tendo sido alegadamente ameaçado pelo principal arguido. Parte dos objetos, avaliados em cerca de 25 mil euros, foi encontrada na residência do arguido mais velho.

Em início de 2025, já a viver novamente na Lousã, o casal passou a atuar com um quarto arguido, de 35 anos, com vários antecedentes. Juntos, são suspeitos de furtar ferramentas num estaleiro e, mais tarde, num terreno agrícola, com prejuízos superiores a sete mil euros. As investigações indicam que os bens furtados eram destinados à venda clandestina para financiar o consumo de droga.

O Ministério Público acusa o principal arguido de sete crimes de furto qualificado e um crime de coação agravada, cometidos enquanto ainda beneficiava de penas suspensas por outros furtos. A mulher responde por seis crimes de furto qualificado. O arguido de 46 anos está acusado de três crimes e o mais novo de um crime de furto qualificado.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *