O quartel dos Bombeiros Voluntários de Pedrógão Grande permanece inoperacional na sequência dos estragos provocados pela depressão Kristin, com prejuízos estimados em cerca de 720 mil euros. A direção da associação humanitária alerta para a gravidade dos danos e apela à ajuda financeira para permitir a recuperação do edifício.
De acordo com o presidente da instituição, os estragos são sobretudo estruturais, afetando paredes e cobertura. Atualmente, parte dos operacionais encontra-se a pernoitar em tendas disponibilizadas pelo Instituto Nacional de Emergência Médica, instaladas no interior do quartel, que não reúne condições para funcionamento normal.
Segundo a direção, apenas uma divisão se mantém sem infiltrações, sendo esse espaço utilizado para assegurar o funcionamento do comando local da Proteção Civil. A situação levanta preocupações adicionais tendo em conta a aproximação da época de incêndios florestais, prevista dentro de poucos meses.
A associação considera que o temporal teve um impacto profundo na capacidade operacional da corporação, deixando áreas essenciais inutilizadas e agravando as condições de trabalho dos bombeiros. Embora o valor estimado para a recuperação ultrapasse meio milhão de euros, a direção sublinha que o impacto real vai além dos custos financeiros, por estar em causa a capacidade de resposta a emergências e a proteção de vidas.
Perante este cenário, a instituição lançou um apelo público à solidariedade, defendendo que cada contributo pode ajudar a acelerar a recuperação do quartel e garantir que a corporação mantém a capacidade de resposta em futuras situações críticas.
A associação recorda ainda a história recente do concelho, marcado pelos incêndios de 2017 que causaram dezenas de vítimas mortais, centenas de feridos e a destruição de habitações e empresas, sublinhando a importância de manter uma estrutura de socorro plenamente operacional.
Os estragos causados pelo mau tempo têm sido registados em várias regiões do país, com destruição de edifícios, queda de árvores e infraestruturas, interrupções no fornecimento de energia e condicionamentos na circulação rodoviária e nos transportes.
Perante o impacto das recentes tempestades, o Governo decidiu prolongar a situação de calamidade em dezenas de concelhos até 15 de fevereiro, enquadrando um conjunto de apoios financeiros destinados à recuperação das zonas afetadas, que podem atingir os 2,5 mil milhões de euros.
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