A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) anunciou que vai abrir um processo de averiguações à ‘task-force’ de ambulâncias criada pela Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) para socorro pré-hospitalar, por considerar que a iniciativa não tem enquadramento legal.
Em resposta à agência Lusa, a Proteção Civil afirma que a operação “parece violar os princípios do sistema integrado de proteção e socorro” e que funciona como um sistema paralelo, fora das competências da ANEPC. O organismo refere ainda que a operação terá sido criada de forma marginal e levanta dúvidas quanto à legalidade da sua coordenação.
A ANEPC esclarece que teve conhecimento do reforço de ambulâncias através das redes sociais e que desconhece os pressupostos e a organização da iniciativa. A ‘task-force’, anunciada na sexta-feira pela LBP, é composta por quatro ambulâncias de diferentes corporações de bombeiros, a operar a partir da sede da Liga, na área da Grande Lisboa.
A Proteção Civil sublinha que estas ocorrências não podem ser acionadas nem coordenadas pelos comandos oficiais e recorda que o reforço do Sistema Integrado de Emergência Médica é da responsabilidade do INEM, podendo as ambulâncias dos bombeiros ser mobilizadas apenas a pedido do CODU.
A criação deste reforço surge após a divulgação de vários casos de alegados atrasos no socorro, associados à falta de ambulâncias ou à indisponibilidade de macas nos hospitais.
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