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Projeto Manif arrancou no Tribunal de Pampilhosa da Serra com exposição de arte contemporânea

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“Um quotidiano aqui destituído” é o nome da exposição com curadoria do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC), inaugurada na quinta-feira, dia 13 de fevereiro, no Tribunal de Pampilhosa da Serra, e que marca o início do Projeto Manif – residências artísticas nos espaços da Justiça. 

Tal como explicou a diretora criativa do projeto, Filipa Morgado, trata-se de uma iniciativa que “pretende ser desenvolvida a nível nacional e que tem como primeiro ato o território da comarca de coimbra”, cujo intuito é a introdução de arte contemporânea e o desenvolvimento de residências artísticas dentro dos espaços da justiça e nas escolas”. 

O Presidente da Câmara Municipal, Jorge Custódio, esteve presente na inauguração e acompanhou a visita às quatros obras do acervo do CAPC que integram a exposição, e que visam despertar a memória coletiva, assim como desafiar a linguagem jurídica e simbólica que reconhecemos como marca dos espaços de justiça.  

O momento de abertura da exposição, que pode ser visitada gratuitamente até ao dia 9 de maio (de segunda a sexta, das 9h00 às 16h00), contou igualmente com a energia das crianças do pré-escolar da Escola Sede de Pampilhosa da Serra, com as quais o projeto, através de residências artísticas, vai “trabalhar a descentralização do lugar educativo, trazendo a escola para os equipamentos da justiça”, explicou Filipa Morgado. 

“Interessa-nos particularmente desenvolver atividades com as crianças porque acreditamos que é através das suas novas narrativas e realidades que a justiça também poderá ser encarada com um lugar mais transparente e aberto à comunidade em geral”, explicou a diretora criativa. 

Nesse sentido, “Um quotidiano aqui destituído” é também o ponto de partida para um ciclo de três residências artísticas no Agrupamento de Escolas de Pampilhosa da Serra, que desenvolverão os temas fulcrais para a estratégia do município no contexto da aprendizagem: Natureza, Brincar, Identidade. Farão parte destas residências os artistas Ãnia Pais, Gil Ferrão, Dori Nigro e Paulo Pinto, alguns dos quais farão visitas guiadas à exposição. Estas visitas terão lugar no dia 10 de março, das 13:50 às 15:35, com Gil Ferrão, e no dia 28 de abril, no mesmo horário, com Dori Nigro e Paulo Pinto.

O projeto Manif, recorde-se, é financiado pela Direção Geral das Artes, e explica que resulta de um “processo de escuta ativa, olhar e pensamento atento, crítico e construtivo sobre o Lugar da Justiça no nosso território”, sendo que a sua proposta passa por “viver em tempos simultâneos: o da arte que rejeita radicalmente a forma de viver atual, criando espaços de “desformatação da ação”; e o de tecer diálogos e pontes que põem em evidência o existente e ir cocriando pequenos novos lugares de questionamento”. 

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