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Cultura

Programa “Sala da Desaprendizagem” tem como mote a exposição de Túlia Saldanha

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A Câmara Municipal de Coimbra está a promover o programa “Sala da Desaprendizagem”, um conjunto de iniciativas paralelas à exposição de Túlia Saldanha “em mim e em ti (mesmo sem o sabermos)”, patente na Sala da Cidade e no Edifício Chiado até 8 de março.

A primeira atividade decorre na próxima sexta-feira, dia 27 de fevereiro, às 16h. “Conversas sobre mesas” propõe uma reflexão aprofundada sobre a obra de Túlia Saldanha, a partir de uma visita orientada à exposição, seguida de uma conversa no Café Santa Cruz.

A iniciativa da próxima sexta-feira propõe uma reflexão aprofundada sobre a obra de Túlia Saldanha a partir de uma visita orientada à exposição, pelas 16h, conduzida por Margarida Brito Alves e pela curadora Giulia Lamoni. A sessão tem início na Sala da Cidade e vai centrar-se na forma como a artista mobiliza o espaço e os objetos quotidianos enquanto dispositivos de encontro e de convívio.

Inspirando-se num dos trabalhos em que a artista integrou o ruído das conversas de um café de Coimbra como matéria da própria obra, a iniciativa prolonga-se, às 16h30, no Café Santa Cruz, onde tem lugar uma conversa aberta com os participantes. Este momento pretende reforçar a ligação entre a exposição e a cidade, promovendo a partilha de memórias e perspetivas sobre o percurso de Túlia Saldanha em Coimbra.

A programação da “Sala da Desaprendizagem” prossegue no início de março, com a performance participativa de Inês Moura, “Olha-me, para que te olhe de volta”, no dia 7, às 17h00, no Edifício Chiado. Já no Dia Internacional da Mulher, dia 8 de março, também às 17h00, no Edifício Chiado, o programa culmina com a sessão de finissage que reúne Robert Schad e Álvaro Rosendo para uma conversa em torno das ações “100 Horas a Desenhar” e “33 Horas a Desenhar”, evocando as dimensões estética e política dessas experiências colaborativas.

Patente na Sala da Cidade e no Edifício Chiado até dia 8 de março, exposição “em mim e em ti (mesmo sem o sabermos)”, com curadoria de Giulia Lamoni, é dedicada a uma das figuras mais marcantes da arte contemporânea e da pedagogia artística em Coimbra, reafirmando o papel da cidade como centro de criação, experimentação e pensamento artístico. O projeto presta homenagem a Túlia Saldanha e ao impacto da sua obra na história da arte contemporânea portuguesa, convidando o público a redescobrir o diálogo entre arte, vida e comunidade.

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