Um estudo desenvolvido pelo investigador da Escola Superior de Enfermagem da Universidade de Coimbra (ESEUC), José Hermínio Gomes, vem demonstrar que os professores desta área disciplinar têm uma moderada ou boa qualidade de vida no trabalho, embora percecionem algum constrangimento quando se fala de conciliar as exigências profissionais com as atividades pessoais e familiares.
Na investigação, que serviu de base à tese de doutoramento defendida recentemente por José Hermínio Gomes, e em que foram inquiridos 183 professores de Enfermagem em exercício em instituições de ensino superior portuguesas (do continente e das regiões autónomas), a dimensão “relação casa-trabalho”, sobre a conciliação entre vida familiar e profissional, apresentou um valor médio de 3,58 (numa escala de 1 a 5).
Um valor considerado «moderadamente positivo» e que é inferior aos de outras dimensões, como a de “bem-estar/satisfação no trabalho”, avaliada pela mesma escala Work-Related Quality of Life (WRQoL) com um valor médio de 3,77, refere o docente.
Nesta recolha de dados, José Hermínio Gomes constatou que a capacidade para o trabalho dos docentes de Enfermagem, que diminui de forma «mais evidente a partir dos 50 anos de idade, tornando-se mais expressiva após os 55 anos», resulta da «interação entre fatores individuais e organizacionais» e reflete «o efeito cumulativo das exigências profissionais ao longo da carreira».
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