A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, demitiu-se esta quarta-feira poucas horas depois de vencer as eleições legislativas antecipadas, sem alcançar maioria absoluta. A coligação de esquerda que lidera obteve cerca de 48% dos votos, ficando dependente do apoio de partidos centristas para formar governo.
De acordo com um comunicado do Palácio Real, a chefe do Governo apresentou a demissão ao rei Frederico X, que irá agora ouvir os líderes dos partidos com assento parlamentar para iniciar negociações. O objetivo é nomear um “explorador real”, responsável por conduzir o processo de formação de um novo executivo.
O bloco liderado pelos sociais-democratas conquistou 84 lugares no parlamento, ficando a seis da maioria absoluta, o que antecipa negociações complexas. O partido centrista Moderados deverá ter um papel decisivo na definição de uma solução governativa.
Frederiksen, de 48 anos, convocou eleições antecipadas em fevereiro, procurando capitalizar a sua liderança em temas como política externa e segurança. No entanto, o aumento do custo de vida e questões como pensões e fiscalidade marcaram a campanha, num contexto em que o seu apoio tem vindo a diminuir.
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