O pai do jovem de 14 anos acusado de matar a mãe em Vagos não se opôs à medida tutelar educativa de internamento proposta pelo Ministério Público (MP), revelou hoje o Tribunal de Aveiro. A decisão avançou para julgamento sem audiência prévia, devido à confissão do menor e à concordância do progenitor.
O adolescente está a cumprir a medida cautelar de guarda em regime fechado num centro educativo. O julgamento decorre à porta fechada no Tribunal de Família e Menores de Aveiro, com um coletivo composto por um juiz de carreira e dois juízes sociais.
O caso remonta a 21 de outubro de 2025, quando Susana Gravato foi morta a tiro em casa, na Gafanha da Vagueira. O filho da vítima foi identificado pela Polícia Judiciária como único suspeito, menos de 24 horas após o crime.
A próxima sessão está marcada para 10 de abril, incluindo a inquirição das últimas testemunhas e produção de alegações. O MP mantém o pedido de aplicação da medida tutelar mais gravosa, o internamento em centro educativo.
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