Coimbra acolhe, em junho, a terceira obra do projeto “Outdoor ’25”, uma iniciativa da associação P28 que transforma painéis publicitários em suportes de arte contemporânea. Depois de Pedro Valdez Cardoso e de Luísa Cunha, é a vez de José Maçãs de Carvalho, curador do Centro de Arte Contemporânea de Coimbra, expor a sua obra na fachada lateral norte do Convento São Francisco, na Avenida da Guarda Inglesa, em Coimbra. Amanhã, dia 12 de junho, às 19h00, com a presença do presidente da Câmara Municipal de Coimbra, José Manuel Silva, do artista José Maçãs de Carvalho e dos artistas que integram a edição deste ano do projeto, o “Outdoor ’25” vai ser apresentado. A apresentação da obra e do projeto vai ser seguida de uma conversa com os convidados, no Café-Concerto.
O projeto “Outdoor ’25”, que até outubro vai circular por sete cidades portuguesas, inclui obras de sete artistas visuais, com uma nova proposta a ser revelada mensalmente. Além de Coimbra, o “Outdoor ’25” decorre em Évora, Faro, Lisboa, Setúbal, Viana do Castelo e Viseu. Participam neste projeto Cláudia R. Sampaio, Edson Chagas (“Oikonomos”), Isabel Baraona, Isabel Simões (“Regresso a Gaza”), José Maçãs de Carvalho, Luísa Cunha (“Bambu”) e Pedro Valdez Cardoso.
Criado em 2012, “Outdoor” é um projeto de arte pública que visa democratizar o acesso à criação contemporânea através da apropriação de espaços tradicionalmente publicitários. Este ano, a P28 alargou a rede de painéis de cinco para sete, incluindo agora capitais de distrito do interior do país.
A P28 é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura/Direção-Geral das Artes, no âmbito do Programa de Apoio Sustentado às Artes. É uma Associação Cultural sem fins lucrativos que tem como missão a difusão de práticas artísticas contemporâneas e, por inerência ou responsabilidade social e cultural, a arte na experiência de doença mental.
Nascido em 1960, José Maçãs de Carvalho explora nas suas obras temas como a memória, o tempo e a construção da imagem, em diálogo com a literatura e a própria história das artes plásticas. Na peça agora exposta em Coimbra tem lugar – como em muitas obras suas – uma tensão entre a presença da palavra – manuscrita por si próprio – e a imagem. “Esta peça pode ser encarada como um trabalho de memória para combater o esquecimento, porque ele é a doença da memória”, adianta José Maçãs de Carvalho.
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