Group of diverse cheerful kids
O número de crianças e jovens em acolhimento diminuiu em 2024, passando de 6.446 em 2023 para 6.349, segundo o Relatório CASA 2024. A maioria, 88,5%, permaneceu em meio natural de vida, enquanto apenas 11,5% foram colocadas em respostas de acolhimento institucional ou familiar.
A desinstitucionalização foi uma prioridade do Governo, refletida no aumento de 37% das crianças em famílias de acolhimento, que passaram de 263 em 2023 para 361 em 2024. Estas famílias proporcionam um ambiente seguro e afetivo, promovendo um desenvolvimento mais saudável.
Registou-se também um crescimento de 55% na colocação em apartamentos de autonomização, que apoiam jovens entre os 15 e os 21 anos na transição para a vida adulta. Estes espaços permitem uma autonomia supervisionada como alternativa à institucionalização.
O Relatório CASA revela ainda que, entre os jovens que cessaram o acolhimento, mais de 68% regressaram à família, 17,2% foram integrados em famílias adotivas e quase 3% passaram para programas de autonomia supervisionada. A média de permanência em acolhimento foi de três anos, ligeiramente inferior ao ano anterior.
Os problemas na origem do acolhimento mantêm-se, com destaque para a falta de supervisão familiar (21%), exposição a modelos parentais desviantes (12%) e negligência educativa (11%). O relatório contou com a participação de crianças, jovens, famílias e profissionais das casas de acolhimento e foi enviado aos grupos parlamentares para divulgação.
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