Morreu esta noite o ator Luís Alberto, nome incontornável da cultura portuguesa, com uma carreira de várias décadas no teatro, na televisão e no cinema. A sua estreia deu-se em 1962, na peça “O Morgado de Fafe”, após ter iniciado o percurso no Teatro Nacional a convite de Amélia Rey Colaço. Fundador do Teatro da Proposta em 1975, participou em projetos marcantes como “Desperta e Canta”, “Todos Eram Meus Filhos” e “O render dos Heróis”. Em 2003, foi distinguido com o Globo de Ouro de melhor ator de teatro pela peça “Copenhaga”.
Na televisão, começou em 1965 com “Os Apaixonados” de Goldoni e participou em dezenas de produções que marcaram gerações, de “Zé Gato” a “Retalhos da Vida de um Médico”, passando por “Camilo & Filho Lda.”, “Conta-me Como Foi”, “Laços de Sangue” ou, mais recentemente, “Sangue Oculto”, em 2022. O seu talento e versatilidade garantiram-lhe um lugar de destaque nas ficções nacionais ao longo de seis décadas.
No cinema, integrou títulos como “Dom Roberto”, “A Santa Aliança”, “A Fuga” ou “Longe da Vista”. Luís Alberto deixa um legado notável e uma marca profunda nas artes performativas portuguesas. O mundo cultural despede-se de um ator que se entregou de corpo e alma à representação e que continuará a ser recordado pelo público e pelos colegas de profissão.
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