O ministro da Administração Interna, Luís Neves, alertou que o próximo verão deverá ser “muito duro” no que diz respeito ao risco de incêndios florestais, garantindo que está em curso um modelo de avaliação para identificar as zonas prioritárias de limpeza, sobretudo junto de pequenas populações.
O governante, que falava em Pombal, destacou o trabalho já no terreno por parte do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e, a partir de agora, também de estruturas militares. O objetivo é acelerar as ações de limpeza, remoção de combustível e reabertura de acessos florestais afetados pela recente tempestade.
Luís Neves sublinhou ainda a importância da colaboração dos cidadãos na limpeza em redor das habitações, lembrando que esta é uma responsabilidade partilhada. Caso não seja cumprida, a Guarda Nacional Republicana poderá intervir, ainda que sem caráter persecutório.
Durante as comemorações do 19.º aniversário da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, o ministro reconheceu desafios ao nível de recursos e organização, admitindo a necessidade de reflexão sobre o atual modelo de proteção civil, embora tenha afastado, para já, mudanças estruturais como a criação de um comando único operacional.
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