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Miguel Cardina quer que BE eleja por Coimbra e que reforce a esquerda no Parlamento

Miguel Cardina, cabeça de lista do Bloco de Esquerda pelo círculo eleitoral de Coimbra às legislativas de 18 de maio, manifestou em entrevista à Beira Digital TV a ambição clara de recuperar a representação parlamentar do partido no distrito, afirmando que “o objetivo principal destas eleições é voltar a eleger por Coimbra”.

O Bloco de Esquerda esteve representado no Parlamento por Coimbra em 2009, 2015 e 2019, através do deputado José Manuel Pureza. Contudo, nas eleições de 2022 não conseguiu eleger. “Muita gente não tem a noção de que não está a eleger um primeiro-ministro, mas sim nove deputados e deputadas por este círculo. Atualmente, temos sete eleitos do PS e PSD, e dois do Chega. A esquerda precisa de reganhar representação parlamentar”, defendeu Miguel Cardina.

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Entre as propostas do Bloco destacadas pelo cabeça de lista estão questões com impacto direto no distrito, como a necessidade de um novo Palácio da Justiça em Coimbra e a requalificação das instalações judiciais em Cantanhede e Montemor-o-Velho.

No setor da saúde, criticou a degradação do Serviço Nacional de Saúde e a fusão hospitalar “mal feita” em Coimbra, alertando ainda para a crescente interferência do setor privado.

Outra medida estruturante apresentada é a valorização dos trabalhadores por turnos, com propostas como a majoração de dias de férias e o reconhecimento dos impactos na saúde e na vida familiar. “Esta é também uma proposta para a família, porque só há famílias se houver tempo para convivência”, afirmou.

Miguel Cardina sublinhou ainda a urgência de intervir no setor da habitação, propondo medidas como um teto às rendas, moratórias à construção de hotéis e controlo do alojamento local. “O preço da habitação aumentou 10%, 12%, 15% em vários concelhos do distrito, como Coimbra, Figueira da Foz, Cantanhede, Condeixa ou Poiares”, alertou, defendendo soluções estruturais.

O candidato apelou ao voto no Bloco de Esquerda, criticando os chamados “votos úteis” e a convergência entre PS e AD em áreas como habitação e migrações. “Os votos úteis são uma maldição. Um voto útil hoje pode ser um voto que permite que PS e AD encontrem caminhos comuns. Reforçar a esquerda é a única forma de construir um caminho alternativo para o país e para a região.”

Para Miguel Cardina, “não há inevitabilidades” e a eleição de um deputado bloquista por Coimbra é essencial para dar voz a uma alternativa política clara no Parlamento.

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