O presidente da Câmara Municipal de Góis, Rui Sampaio, manifestou esperança nos impactos positivos do arranque do Metro Mondego e das decisões recentes do Governo relativas à duplicação do IP3, sublinhando que ambas as infraestruturas podem representar ganhos importantes para o concelho, ainda que de forma indireta.
Na sequência da entrada em funcionamento do Metro Mondego entre Serpins e a Portagem, em Coimbra, Rui Sampaio recordou, em declarações à Beira Digital TV, que a reposição da ligação ferroviária ao longo do antigo Ramal da Lousã era aguardada há vários anos. “Todos nós ansiávamos já há algum tempo para que a ligação que existia anteriormente, que era feita através da ferrovia entre Coimbra e Serpins, voltasse a estar ativa”, afirmou.
Apesar de reconhecer que o cenário ideal passaria pelo prolongamento da ligação até Góis e Arganil, o autarca admite que tal não é, para já, possível. Ainda assim, considera que a inauguração do troço Coimbra–Serpins, realizada esta semana, traz benefícios ao concelho. “Não diretamente, porque não termina em Góis, mas termina a pouca distância de Góis e pode também beneficiar-nos indiretamente”, explicou.
Nesse sentido, a autarquia já diligenciou junto das entidades competentes para adequar o serviço de transporte intermunicipal (SIT) à nova realidade, defendendo a criação de ligações regulares a Serpins. “Aquilo que foi solicitado e que se pretende que seja efetuado serão quatro ligações ao dia e ao sábado pelo menos duas ligações”, revelou o autarca, acrescentando que o objetivo é facilitar o acesso dos munícipes ao Metro Mondego e incentivar a sua utilização como alternativa ao automóvel.
O presidente da Câmara de Góis destacou ainda as características do novo sistema de mobilidade, que teve oportunidade de experimentar no dia da inauguração. “É um meio de transporte interessante, seguro, já é utilizado em vários países, em várias cidades e com eficácia”, afirmou, defendendo que contribui para retirar viaturas das cidades e proporcionar viagens mais tranquilas.
No que diz respeito às acessibilidades rodoviárias, Rui Sampaio comentou também as decisões anunciadas pelo Governo relativamente ao IP3, nomeadamente a duplicação da via entre Souselas e Penacova e a construção de uma variante, num investimento estimado em 502 milhões de euros. Questionado sobre esta matéria, o autarca respondeu de forma clara: “Com esperança, com esperança”.
Segundo explicou, a solução aprovada prevê que o IP3 fique em perfil de autoestrada na sua totalidade, incluindo a ligação à A13, embora reconheça que, no caso de Góis e Vila Nova de Poiares, a alternativa prevista não será uma autoestrada, mas uma via em perfil IC/IP. Ainda assim, considera que se trata de uma oportunidade que não deve ser desperdiçada. “Se temos uma oportunidade, temos que agarrar a oportunidade”, afirmou.
Para Rui Sampaio, a criação de uma nova alternativa rodoviária poderá ter um impacto decisivo no futuro do concelho. “É isso que nós queremos, podermos ter de facto aqui uma alternativa que vai ser aquela que nos vai servir e vai melhorar as nossas acessibilidades”, sublinhou, apontando como objetivos a fixação de empresas, a atração de população e o reforço da atratividade do território.
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