@ULS Coimbra
A Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra terminou o ano de 2025 com um avanço significativo na qualidade dos registos clínicos, ao alcançar mais de 40% das consultas externas com diagnóstico registado, um indicador que reforça a prestação de cuidados integrados, centrados na pessoa e orientados para a estratificação do risco clínico.
De acordo com os dados do BI Morbilidade Hospitalar, a 11 de novembro de 2025 estavam registados 342.722 episódios com diagnóstico, correspondendo a 40,42% do total de consultas externas. A evolução manteve-se em trajetória crescente, com o BI do SCLÍNICO a indicar que, em dezembro, 77,3% das consultas já apresentavam diagnóstico associado.
Este processo resulta da implementação do registo estruturado de diagnósticos, em conformidade com a Circular Normativa n.º 12/2024 da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), que estabelece a obrigatoriedade deste registo para a caracterização da carga de doença dos utentes e para a estratificação do risco clínico. Até ao momento, foram parametrizadas 658 especialidades de consulta, prevendo-se que até 15 de janeiro todos os serviços hospitalares da ULS de Coimbra, com exceção da Medicina do Trabalho, tenham o sistema plenamente implementado.
O reforço do registo de diagnósticos permite melhorar a qualidade da informação clínica, potenciar o desempenho dos algoritmos de cálculo de risco, consolidar os percursos clínicos integrados, planear recursos de forma mais eficaz e disponibilizar aos profissionais dados estruturados para apoio à prática clínica e à investigação.
Segundo nota enviada à Beira Digital TV, Alexandre Lourenço, Presidente do Conselho de Administração da ULS de Coimbra, afirma “No decurso de 2025, no âmbito do projeto de implementação do registo obrigatório do diagnóstico, foram realizadas dezenas de reuniões presenciais com os serviços clínicos, nas quais, para além da explicitação do modelo de estratificação de risco, foi analisado o perfil de cada Serviço, bem como a qualidade dos dados registados, comparando-os com os valores nacionais”. Alexandre Lourenço conclui com um agradecimento “a todas e todos os envolvidos nesta transformação, pelo empenho e envolvimento demonstrados ao longo deste processo, determinantes para os notáveis resultados já alcançados”.
O registo estruturado de diagnósticos é o principal alicerce dos modelos populacionais de gestão da doença, sendo que a ACSS destaca que este registo é condição necessária para “a consolidação da informação de suporte à estratificação pelo risco”.
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