Luís Neves tomou posse esta manhã como ministro da Administração Interna, numa cerimónia realizada na Sala dos Embaixadores do Palácio de Belém, presidida por Marcelo Rebelo de Sousa. Com ele foram igualmente empossados os três secretários de Estado que transitam da anterior equipa governativa.
No final da cerimónia, o novo governante justificou a aceitação do cargo com “uma questão de exigência pelo momento”, sublinhando o seu percurso como servidor público. Luís Neves referiu que, estando a cerca de um ano de concluir funções como diretor nacional da Polícia Judiciária, decidiu abraçar o desafio por considerar tratar-se de um período particularmente exigente.
O ministro assegurou sentir-se “muito tranquilo” quanto à transição da PJ para o Governo, frisando que o papel do diretor nacional é organizar e dotar a instituição de meios, e não conduzir investigações. Garantiu ainda ter “a maior honra e satisfação” em assumir a pasta da Administração Interna.
Sobre as forças de segurança, afirmou que continuará a trabalhar para garantir melhores condições às mulheres e homens da Guarda Nacional Republicana, da Polícia de Segurança Pública, da Proteção Civil, dos bombeiros e das Forças Armadas enquanto agentes de proteção civil. Deixou também uma palavra de estímulo aos autarcas, apelando à cooperação com o poder local.
Confrontado com as reações partidárias à sua nomeação, Luís Neves declarou que ouviu atentamente as posições assumidas, garantindo abertura para acolher propostas positivas e disponibilidade para discutir outras, ressalvando que afastará aquelas que contrariem a sua consciência e princípios.
Paulo Simões Ribeiro, Telmo Correia e Rui Rocha foram reconduzidos, respetivamente, como secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, secretário de Estado da Administração Interna e secretário de Estado da Proteção Civil, mantendo-se da equipa de Maria Lúcia Amaral.
Esta é a primeira alteração no XXV Governo Constitucional, liderado por Luís Montenegro, e surge após a demissão de Maria Lúcia Amaral a 10 de fevereiro, aceite pelo Presidente da República. A anterior ministra alegou não reunir condições pessoais e políticas para continuar, tendo o primeiro-ministro assumido interinamente a pasta num contexto marcado por tempestades que afetaram o país, provocando vítimas mortais e centenas de desalojados.
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