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O regresso da La Liga ao seio da European Leagues foi um dos temas discutidos, esta sexta-feira, na 49ª Assembleia Geral da associação liderada por Pedro Proença. Depois de ter abandonado a organização numa fase conturbada da atividade desta, a entidade responsável pelo futebol profissional espanhol prepara-se para voltar, num momento marcado pela coesão e pelo claro reforço da posição junto dos principais stakeholders da indústria.
Tendo sido apresentada formalmente a candidatura da La Liga, presidida por Javier Tebas, com quem Pedro Proença mantém uma forte e antiga relação institucional, a liga espanhola, uma das mais dinâmicas e valiosas do mundo, representa um reforço importante na defesa dos interesses das ligas nacionais. “É com enorme satisfação que recebemos esta candidatura da La Liga e congratulamo-nos por terem decidido voltar à European Leagues. Todas as vozes são importantes para, juntos, encontrarmos os melhores caminhos para o desenvolvimento sustentado desta nossa indústria”, referiu Pedro Proença.
Paralelamente, um dos pontos da ordem de trabalhos da 49ª Assembleia Geral da European Leagues, que reuniu por videoconferência, foi a votação das contas, aprovadas por unanimidade. Coube a Pedro Proença, presidente da European Leagues e da Liga Portugal, apresentar um balanço do trabalho desenvolvido desde o último encontro, em abril, em Londres. Um marco importante deste período foi o sucesso na negociação com a UEFA e com a ECA relativa à distribuição das receitas aos clubes que não participam nas competições europeias, com a salvaguarda do princípio da solidariedade e do competitive balance das ligas nacionais.
A ação iniciada com a FIFPro junto da Comissão Europeia, contestando o abuso da posição dominante da FIFA na definição do calendário desportivo internacional, foi outro dos temas que mobilizaram a European Leagues, a par do recente caso Diarra. Todos estes dossiers, de grande relevância para a indústria do Futebol, têm a marca da ação da European Leagues, com evidente reforço da cooperação e do diálogo institucional com os diferentes parceiros e com os órgãos de governação do Futebol.
A alteração do modelo de governação da European Leagues, implementada na presidência de Pedro Proença, permitiu agilizar a resposta a temas determinantes no futuro do Futebol e o intenso trabalho junto dos demais stakeholders foram valorizados pelos sócios nesta Assembleia Geral.
“Quando assumimos a presidência da European Leagues, o nosso compromisso foi no sentido de reforçar os laços com os principais stakeholders do Futebol, porque acreditamos que só assim, com um esforço coletivo de cooperação e com uma discussão positiva, poderemos dar resposta aos desafios que a nossa indústria enfrenta. Acreditamos neste caminho que nos permitiu dar importantes passos em matérias tão importantes como a distribuição das receitas aos clubes não participantes nas provas europeias, numa negociação com a UEFA e com a ECA que ilustra bem o nosso posicionamento. A par disso, internamente, estamos a trabalhar para que a European Leagues seja cada vez mais forte. Naturalmente, é com satisfação que constatamos ter, hoje, uma European Leagues mais coesa e melhor preparada para continuar a discutir, com todos os parceiros, os grandes temas determinantes para o desenvolvimento sustentado do Futebol, que tem nas ligas nacionais a base para o sucesso da indústria”.
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